Como ser trader? Confira 5 características essenciais!

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Como ser Trader?
Confira 5 características essenciais!

Todos os dias, mais e mais pessoas se interessam pelo mercado de valores e em como ser trader. A internet tem sido uma grande fonte de informação sobre esse universo. No entanto, muita gente ainda seduz desavisados com promessas fora da realidade.

A vida de um trader pode ser muito prazerosa e recompensadora, mas também pode ser frustrante e triste. É preciso saber equilibrar as possibilidades e ter habilidade para alcançar sucesso profissional nessa atividade. Se você está aprendendo a investir em ações e quer se dar bem, então, estudar não é negociável.

Por isso, neste artigo, eu trago para você tudo o que você precisa saber para começar a carreira de trader. Você vai entender o que é um trader, o que é necessário dominar e quais são as principais características de um trader que se torna autoridade no mercado. Continue a leitura e confira!

O que é um Trader?

Trader é a pessoa que participa do mercado de valores a fim de lucrar com a diferença entre a compra e a venda dos ativos. É, portanto, um especulador, e sua carteira de ações é construída estrategicamente para ser liquidada quando o objetivo for atingido.

Também pode acontecer, e não é raro, de o limite de prejuízo ser alcançado. Assim, o trader sai da operação e busca novas oportunidades. Há muitas opções de negociação, e é possível começar até com pouco dinheiro. Veja alguns ativos que um trader negocia:

  • Ações;
  • Futuros;
  • Opções;
  • Contratos de dólares;
  • Mini-índice;
  • Criptomoedas etc.

Day Trade

Quem deseja aprender como ser um trader deve entender que existem perfis operacionais, e cada um tem suas vantagens e desvantagens. A modalidade mais popular de trading é o Day Trade.

No day trade, o profissional atua diariamente na Bolsa de Valores procurando as melhores oportunidades. Quando ele encontra uma chance de lucro, inicia uma posição que deverá ser encerrada antes de o pregão terminar. Portanto, day trade se trata de iniciar e terminar uma operação no mesmo dia.

Swing Trade

Já o swing trade permite mais liberdade para o especulador. Isso porque as operações podem durar dias e até semanas. Com esse período maior entre as operações, o trader pode aprender técnicas e corrigir suas posições à medida que aprende.

Position Trade

Realizar um position trade é como ser trader de pouquíssimas e duradouras operações. Da mesma maneira que o day trade e o swing trade, o position trade também é uma operação com fim determinado. A diferença é que, nessa modalidade, o trader permanece na operação por meses e até anos. Isso dá muito tempo para estudar e aprender!

O que é necessário saber?

Se você quer saber como ser trader profissional e lucrar com as melhores margens operacionais, você precisa aprender alguns fundamentos técnicos, uma vez que ficam claros o mercado em que se atua, quais são as melhores estratégias e por que grandes operações são inevitáveis. Conheça, a seguir, os dois principais modelos de análise do mercado.

Análise Técnica

Não tem conversa: um trader precisa conhecer a análise técnica ou nunca será um trader. Afinal, a análise técnica é a principal ferramenta de leitura do mercado de qualquer trader. Por isso, é necessário estudar os conceitos e conhecer as estratégias relacionadas. Estes são alguns pontos fundamentais da análise técnica:

  • Tendências de mercado;
  • Padrões de preço;
  • Figuras gráficas;
  • Indicadores técnicos;
  • Relação entre lucro e prejuízo.

Análise Fundamentalista

A análise fundamentalista, por outro lado, é o instrumento que investidores usam para encontrar empresas valiosas. Seu interesse não é comprar e vender, mas, sim, crescer com as organizações e ganhar com dividendos e outros proventos. Esses investidores buscam bons investimentos avaliando, por exemplo:

  • O balanço patrimonial da empresa;
  • O histórico de lucros;
  • A dívida total da companhia;
  • A relação entre valor e preço;
  • As condições do cenário econômico etc.

Como ser Trader?

Se você já viu, em algum lugar, que a vida de trader é moleza, operando da praia e com aguinha de coco, abra bem o olho! As coisas não são tão simples assim. Não que seja impossível operar da praia pelo celular, mas essa realidade está bem distante da grande maioria dos profissionais desse mercado.

Por isso, se você tem um verdadeiro comprometimento para descobrir como se tornar trader, deve conhecer a verdadeira realidade dessa profissão. A seguir, você conferirá quais são os principais conceitos que todo trader deve conhecer de cor!

1. Entenda que perder é inevitável

Essa estatística é cruel, mas só quem a entende consegue resultados expressivos na bolsa. Minha sugestão é que você nem comece se tem aversão a perdas. Você vai perder, inevitavelmente, mas não é isso que importa. O que realmente importa é quantas vezes você vai ganhar e qual é o tamanho da diferença no resultado geral.

2. Estude constantemente novas estratégias

Não importa quão bom um trader seja, ele deve estar sempre aprendendo. O mercado é dinâmico e cheio de surpresas. No entanto, seu movimento deixa rastros e é possível aprender com eles. Portanto, é essencial sempre estudar novas técnicas, métodos e leituras de mercado e medir os resultados das menores margens de lucros ou prejuízos.

3. Faça o gerenciamento de risco

Esse é o principal fator que tira a maioria das pessoas da Bolsa e gera traumas profundos. Se está claro que, no começo, perder é mais fácil que ganhar, então, só é possível inverter essa ordem com um bom planejamento. Portanto, saiba quanto dinheiro você encara perder em uma operação. Proteja seu capital de risco!

4. Tenha disciplina e inteligência emocional

De mãos dadas com a falta de gerenciamento de risco, estão a indisciplina e o descontrole emocional. Lembre-se do seguinte: emoção não combina com especulação. Sendo assim, crie uma estratégia de operação e vá até o fim. Respeite o plano, porque, só assim, você poderá saber se, numa média geral, sua estratégia funciona ou não.

5. Saiba a hora de parar

Não saber quando parar representa o descontrole emocional e a indisciplina de que falamos. Nos planos do trader, devem constar suas metas e seus limites. Não há por que ficar no mercado depois de já ter faturado a meta estipulada ou ter atingido o prejuízo do dia. Saiba a hora de parar e deixe cada dia com seus próprios desafios.

Neste artigo, você percebeu que ser trader não é brincadeira. Mas isso não significa que seja um bicho de sete cabeças. O mais difícil mesmo é se tornar a pessoa segura que é preciso ser para encontrar o melhor momento de iniciar uma operação. Isso leva tempo de prática, mas operar é relativamente simples.

No entanto, você pode facilitar seu desenvolvimento tendo o apoio de quem já passou por tudo o que você vai passar. Por isso, eu o convido a participar da Comunidade de Traders, uma comunidade sensacional em que você vai aprender como ser trader comigo e com outros profissionais. E você ainda terá 7 dias de garantia! Curtiu, né? Então, confira aí a Comunidade de Traders e vamos juntos!

Também pode acontecer, e não é raro, de o limite de prejuízo ser alcançado. Assim, o trader sai da operação e busca novas oportunidades. Há muitas opções de negociação, e é possível começar até com pouco dinheiro. Veja alguns ativos que um trader negocia:

  • Ações;
  • Futuros;
  • Opções;
  • Contratos de dólares;
  • Mini-índice;
  • Criptomoedas etc.

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Qual o significado das ações ordinárias e preferenciais?

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Qual o significado das ações
ordinárias e preferenciais?

Se você já operou no mercado financeiro ou deu só uma olhadinha para ver como funciona, deve ter visto um monte de códigos, não é? PETR4, VALE3, BOVA11 etc. Afinal, qual é o significado dos códigos das ações?

Você já sabe que uma ação é um título de propriedade, certo? Quer dizer, se você tem uma ação de uma empresa, significa que é dono de parte dela. No mercado de valores, é preciso organizar essas ações de alguma forma. Parte dessa ordem está na maneira como elas são indicadas na bolsa.

Este artigo vai descomplicar tudo isso para você. Você vai descobrir o significado dos códigos das ações, como são formados e qual é a diferença entre ações preferenciais e ordinárias. Confere aí!

O que são ações ordinárias e preferenciais?

No mercado de ações, basicamente vamos encontrar dois tipos de ações listadas: as ordinárias e as preferenciais. Uma mesma empresa pode ter as duas ações negociadas no mercado, e é legal você saber as características de cada uma e como identificá-las na bolsa.

Ações Ordinárias

As ações ordinárias têm esse nome porque representam o que se espera de uma ação: direito de propriedade. Não que as preferenciais não signifiquem a mesma coisa. Mas as ações ordinárias têm, sim, uma diferença importante.

Quando os administradores de uma empresa decidem arrecadar recursos com capital social, eles oferecem parte da empresa na negociação. Bem, se você compra parte de uma empresa, você quer ter direito de dar sua opinião sobre seus rumos, certo?

Aí está: isso só é possível com uma ação ordinária. Representada pela sigla ON, uma ação ordinária dá ao acionista poder de voto em assembleias. Os votos e opiniões são considerados proporcionalmente ao número de ações que o acionista possui.

Ações Preferenciais

Por outro lado, as ações preferenciais não dão direito a voto. Mas elas não se chamam preferenciais à toa. Afinal, elas garantem ao acionista prioridade na distribuição de dividendos. Ou seja, na hora que a empresa distribui os lucros aos acionistas, recebem primeiro os donos das ações preferenciais, identificadas pela sigla PN.

Existem outros tipos de ações?

Mas será que existem outros tipos de ação que vale a pena destacar? Com certeza! Você já deve ter ouvido falar de índices, BDRs ou ETFs. O significado dos códigos das ações também servem para classificar esses outros ativos além de ações preferenciais e ordinárias. Dá só uma olhada no que mais você encontra listado na bolsa!

Mercado a termo

Frequentemente se negociam ações no mercado a termo. Isso significa que duas partes firmam um acordo de negociarem, em uma data futura, uma ação com preço determinado na hora do acordo.

Isso costuma ser feito por uma série de razões, por exemplo, o investidor querer investir em determinada ação, mas não tem dinheiro na hora, ou ele pode estar fazendo uma estratégia de alavancagem.

Direito de subscrição

Outro tipo de ação encontrada na bolsa são aquelas liberadas no mercado por uma empresa que já tinha capital aberto. Nesse caso, por determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os acionistas da empresa têm direito a comprar primeiro essas ações.

O direito de subscrição é uma medida de compensação do poder sobre uma empresa que os acionistas possuem. Afinal, quando uma empresa coloca mais títulos de propriedade no mercado, quem já era todo de parte da empresa tem seu poder diluído. Por isso, esses acionistas têm o direito de comprarem primeiro, para retomarem suas posições.

Recibo de subscrição

Depois que um acionista adquire seu direito de subscrição, essa ação se torna um recibo. Esse recibo de subscrição vai, então, para a carteira do investidor e já pode ser negociado na bolsa de Valores pelo preço comum das ações da empresa.

Units, ETFs, e BDRs

Você deve saber que na bolsa de valores não se negociam apenas ações. No universo desse mercado, existem ainda algumas alternativas interessantes para o investidor, que reúnem pacotes de ações e, até, a negociação de índices. São os casos das Units, ETFs e BDRs:

  • Units: esses são lotes de ações mistas. Quando o investidor compra uma Unit, está comprando uma coleção de ações da empresa que incluem ações preferenciais e ordinárias.

  • ETFs: os Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de índices negociados na bolsa. Quando você adquire BOVA11, por exemplo, você está comprando ações das principais empresas do mercado que influenciam o índice Ibovespa, principal do mercado brasileiro.

  • BDRs: já pensou em investir na Apple, Google e outras empresas gringas? Se você não pode investir diretamente no mercado exterior, pode comprar essas empresas no Brasil por meio das Brazilian Depositary Receipts (BDRs). As BDRs são certificados de depósitos de valores mobiliários que representam títulos de empresas estrangeiras.

Preferenciais Classe A, B, C e D

Além das ações PN de que já falamos, existem ainda classificações de ações preferenciais. Cada uma tem condições especiais e devem ser conferidas diretamente nos documentos da empresa, já que cada uma delas entende suas classes de maneiras diferentes.

Mercado fracionário

Para um investidor com pouco dinheiro, existe o mercado fracionário. Nesse caso, pode-se comprar frações de um lote padrão, que é composto por 100 ações. Dessa forma, quem quer participar do mercado mas só pode comprar 10 ações consegue entrar na bolsa. VALE3F é uma ação do mercado fracionário, por exemplo.

Qual o significado dos códigos das ações?

Agora que você conhece tanta variedade de ações no mercado, como identificar todas essas características na lista? Agora sim, chegou a hora de você entender o significado dos códigos das ações.

É muito simples, mas você vai ter que decorar. A boa notícia é que raramente você vai ver uma ação que não seja PN ou ON. Os códigos das ações são formados por letras e números.

  • Letras: as 4 letras das ações designam a empresa emissora. Por exemplo, Petrobras é PETR, Itaú é ITUB, Magazine Luiza é MGLU e assim por diante. Para os mercados fracionário e a termo, você tem ainda uma quinta letra ao final do código, F e T respectivamente.

  • Números: já os números mostram que tipo de ação é aquela, se é PN, ON, ETF etc.
Na tabela abaixo, você confere o que cada número representa no significado dos códigos das ações:

  • 1 — direito de subscrição de ação ordinária;
  • 2 — direito de subscrição de ação preferencial;
  • 3 — ação ordinária;
  • 4 — ação preferencial;
  • 5 — ação preferencial classe A (PNA);
  • 6 — ação preferencial classe B (PNB);
  • 7 — ação preferencial classe C (PNC);
  • 8 — ação preferencial classe D (PND);
  • 9 — recibo de subscrição de ação ordinária;
  • 10 — recibo de subscrição de ação preferencial;
  • 11 — Units, BDRs e ETFs.
Como você pode perceber, conhecer o significado dos códigos das ações é muito importante na hora de investir. Vale a pena estudar e conhecer cada ponto. Por isso, é fundamental observar o mercado de valores sempre.

Você pode contar comigo nesse processo. Estou diariamente no YouTube compartilhando meus insights e comentando resultados de operações. Quer aprender como eu opero na bolsa e faço disso um estilo de vida? Então se inscreva lá no meu canal!

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Descubra os erros mais comuns ao montar sua carteira de ações!

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Descubra os erros mais comuns
ao montar sua carteira de ações!

Quem pretende começar a investir na Bolsa de Valores precisa, em primeiro lugar, montar uma carteira de ações adequada para o seu investimento. No entanto, é comum que iniciantes cometam muitos erros nesse estágio.

Uma boa carteira de ações garante ao investidor mais segurança e maximiza as suas chances de alcançar seus objetivos na Bolsa de Valores. Já uma carteira mal montada pode apresentar vulnerabilidades que colocam o patrimônio do investidor em risco.

Se você quer aplicar na Bolsa de Valores, precisa conhecer os erros mais comuns que são cometidos ao montar uma carteira com ações. Dessa forma, você pode evitá-los e ter mais chances de sucesso. Confira, a seguir, quais são!

Quais os erros mais comuns ao montar uma carteira de ações?

Eu montei uma lista com os erros que mais acontecem quando investidores resolvem montar uma carteira para investir em ações. Algumas dessas falhas são típicas de iniciantes, mas outras são cometidas até mesmo por quem tem anos de experiência.

Por isso, leia a lista com atenção para entender os erros e evitá-los na sua carteira!

Seguir dicas e palpites sem análise

Essa é uma falha típica de iniciantes, especialmente para aqueles deslumbrados pela possibilidade de lucrar muito na Bolsa de Valores. Se um analista prometer qualquer tipo de rendimento em ações, fuja. Não há como garantir que determinado papel subirá ou descerá.

É possível, sim, com base em uma análise técnica e fundamentalista, tentar projetar um movimento conforme o histórico da Bolsa, mas garantir um resultado é impossível. Por isso, se um analista der uma dica de ganhos acima da média sem uma análise robusta por trás, desconfie.

Montar uma carteira de ações sem liquidez

Liquidez é a facilidade de determinada ação em ser vendida e transformada em dinheiro para o investidor. As principais empresas da Bolsa contam com bastante liquidez em seus papéis. Isso significa que, caso você invista nelas, terá muita facilidade para sair da posição quando quiser.

Por exemplo, suponha que você comprou uma ação da empresa X, que tem muita liquidez. O papel subiu 4% em uma semana e, agora, você quer vendê-lo. Não haverá dificuldades.

Agora, imagine que você comprou uma ação da empresa Y, que está em recuperação judicial e com pouquíssima liquidez. O papel perdeu 5% de valor, mas você não consegue se livrar dele. Ou seja, fica acumulando prejuízo sem conseguir sair da posição.

Não considerar o stop gain e o stop loss das ações

Se você pretende investir em uma carteira de ações para aumentar seu patrimônio com a valorização dos papéis, precisa dominar os conceitos de stop gain e stop loss. Basicamente, eles são posições de saída de um papel.

O stop gain é a sua posição de saída em caso de lucro, enquanto o stop loss é a saída em caso de desvalorização do papel. Eles são importantes para gerenciar bem a movimentação das ações para aproveitar os ganhos e minimizar as perdas.

Usar as notícias de jornal para tomar decisões

Muitos iniciantes acompanham o jornal econômico e baseiam suas posições nele. A estratégia pode parecer interessante, mas é falha. Afinal, o mercado não interpreta as notícias da mesma maneira que você.

É claro que é importante se manter informado sobre as coisas, mas as notícias não devem compor a sua carteira de ações, mas a interpretação do mercado, sim.

Seguir a sua emoção ao tomar decisões

Um erro comum na montagem da carteira de ações é deixar a emoção decidir quando sair das posições compradas, especialmente para iniciantes. Excluir a racionalidade da sua tomada de decisões costuma levar a resultados ruins.

É importante ter em mente que nenhuma ação sobe sempre ou cai sempre. Mesmo que você tenha comprado um papel e ele esteja se desvalorizando agora, tenha paciência. Estruture-se e invista sempre no longo prazo. Se a posição foi montada com base em uma análise robusta, então, provavelmente, o papel recuperará seu valor e voltará a subir.

Não diversificar seu portfólio

Warren Buffett costuma dizer que “a diversificação é a proteção contra a ignorância: não faz sentido se você sabe o que está fazendo". Muita gente interpreta a frase como uma instrução para não diversificar sua carteira de ações.

O problema dessa estratégia é que ela deixa sua carteira de ações concentrada demais. Por causa disso, qualquer situação negativa causa uma perda sensível de patrimônio. Não há como um papel compensar a queda do outro.

O próprio Buffet conta com certo nível de diversificação em sua carteira. No entanto, o contrário também é problemático.

Diversificar demais a sua carteira

Muitos iniciantes vão na contra-mão da falta de diversificação e diluem demais a carteira de ações, comprando 15, 16 papéis diferentes. Não há como gerenciar tantas posições, especialmente se você está começando.

O ideal é manter sua carteira com um mínimo de 5 ações diferentes, mas não ultrapassar 10 papéis. Assim, dá para contar com uma proteção aceitável, ao mesmo tempo em que isso não dilui seu patrimônio.

Como montar uma boa carteira de ações e não cometer erros?

Saber os erros mais comuns é apenas o primeiro passo para montar uma carteira de ações vencedora, que trará lucros acima do IBOVESPA para você. No entanto, esse é só o começo.

Se você quer ter um portfólio de papéis estruturado, precisa estabelecer uma estratégia sólida e coerente. Veja como fazer isso em 8 passos:

  1. Defina seu objetivo (você quer aumentar seu patrimônio ou ganhar com os melhores dividendos?);
  2. Identifique seu perfil de investidor (qual a sua aceitação de risco em busca de lucros maiores?);
  3. Acompanhe especialistas no mercado (para entender as tendências e identificar boas oportunidades);
  4. Estude a movimentação da Bolsa de Valores (para identificar oportunidades de crescimento nos gráficos);
  5. Defina a duração da sua carteira (a ideia é ganhar no curto prazo ou no longo? É uma carteira semanal, mensal ou anual?);
  6. Opte por ações com excelente gestão e boa liquidez (são as melhores para suas posições de saída);
  7. Diversifique entre setores (é essencial para estabelecer uma carteira de ações anti-crise);
  8. Acompanhe e avalie sua carteira (é importante ter paciência com os investimentos, mas também vale a pena redefinir a estratégia caso ela não funcione).
Seguindo essas dicas e evitando os erros que eu listei no artigo, você estará no caminho certo para montar uma carteira de ações realmente lucrativa e que permitirá que você alcance seus objetivos financeiros.

Você gostou das dicas que eu dei neste artigo? Então, não deixe de me seguir no Instagram e assine o meu canal no YouTube para acompanhar outros conteúdos perfeitos para quem quer aprender a investir na Bolsa de Valores sem dificuldades!

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Quais são os mitos sobre investir na bolsa de valores?

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Quais são os mitos sobre
investir na bolsa de valores?

Frequentemente, eu recebo vários comentários com dúvidas dos seguidores sobre investir na Bolsa de Valores. No entanto, grande parte dessas questões são feitas com base em mitos sobre a compra e venda de ações.

A Bolsa de Valores é um grande balcão onde são negociadas as ações das principais empresas de um país e, em muitos casos, do mundo. A maior Bolsa do Brasil é a B3, que fica em São Paulo. No total, mais de 1,5 milhão de pessoas investem em ações da Bolsa de Valores do Brasil. Isso é o equivalente a 0,7% da população nacional. Muito pouco, não é mesmo?

Por causa disso, existem muitos mitos sobre o funcionamento da Bolsa e sobre os riscos de investir em ações. Por sua vez, os mitos afastam as pessoas dessa modalidade, e isso cria um círculo vicioso com mais inverdades e menos investidores.

Eu decidi, então, esclarecer, neste artigo, os principais mitos sobre investir na Bolsa de Valores. Se você quer entrar nesse mercado, mas está inseguro, precisa ler o texto até o fim. Vamos lá?

“Investir na Bolsa de Valores traz retorno rápido”

Muita gente acha que vai começar a investir na Bolsa de Valores e, em menos de um ano, ficará milionário. Ou, pelo menos, bem rico, dobrando ou triplicando o patrimônio. Parece bom demais para ser verdade, né?

E é. Essa percepção de que a Bolsa traz retornos rápidos é um mito. É claro que é possível ganhar lucros diários com ações, mas isso não é a regra. Como em qualquer investimento, é preciso ter paciência e dedicação para alcançar bons resultados.

“Aplicar na Bolsa é ganhar dinheiro sem esforço”

Esse é um dos maiores mitos sobre a Bolsa de Valores. Aplicar seu dinheiro na compra e venda de ações exige esforço do investidor para estudar e aprender como o mercado funciona a fim de traçar as melhores estratégias.

Atualmente, no entanto, existem muitos especialistas que contribuem para facilitar a curva de aprendizado de novos investidores, ajudando a desmistificar a Bolsa e ensinando como investir nela de maneira bem-sucedida.

“Comprar ações é só para quem tem muito dinheiro”

Esse é outro grande mito. A gente vê nos filmes e nas séries que só milionários podem investir na Bolsa de Valores, mas, na realidade, as regras são outras. Qualquer um pode comprar ações das maiores empresas do Brasil.

Quer ver um exemplo? No momento em que escrevo este artigo, é possível comprar uma ação da Petrobrás (ao redor de R$31,27), uma do Itaú (R$34,33) e uma da AMBEV (R$18,88) no mercado fracionário com menos de R$100,00.

Acessível, não é?

“Investir na Bolsa de Valores é como jogar em um cassino”

Muitas pessoas têm medo da volatilidade das ações na Bolsa de Valores e chegam a comparar investir nelas em jogar em um cassino. Isso é um mito, claro.

É verdade que existem especuladores financeiros que investem na perspectiva de lucrar com a variação diária das ações. No entanto, mesmo eles não podem ser considerados jogadores, já que os especuladores fazem análises técnicas para encontrar as melhores oportunidades de lucro.

Além disso, as ações das empresas são ativos com valor real. Investir nelas é aplicar seu dinheiro no crescimento daquelas companhias, o que é algo bem diferente de participar de um jogo de azar.

“Comprar e vender ações custa muito caro”

Esse é outro mito. O custo de investir na Bolsa de Valores é muito baixo atualmente, tanto por causa das inovações trazidas pela Internet, quanto pelos incentivos do governo para levar mais gente ao mercado de ações.

Com a tecnologia de atendimento via home broker, o custo de comprar e vender ações na Bolsa é muito baixo. Além disso, o governo garante isenção de Imposto de Renda para quem realiza operações normais (quando se compram ações em um dia e se vendem em outro) para até R$20.000,00 por mês.

“Investir na Bolsa é muito arriscado e não há proteção”

É verdade que investir na Bolsa de Valores envolve aumentar o risco de as suas aplicações e ter de lidar com a volatilidade do mercado. No entanto, isso não significa que não haja proteção para os seus investimentos.

Existem diferentes estratégias para proteger o seu patrimônio na Bolsa de Valores. Uma delas, por exemplo, é o mercado de opções. Nele, o investidor compra uma opção de venda (chamada de seguro) que garante um preço de saída para o papel sem importar qual foi sua desvalorização.

“É preciso ser formado em economia para investir”

Esse é outro mito comum. É claro que é preciso ter algum conhecimento para investir na Bolsa de Valores, mas não é necessário ser especialista em economia ou formado no assunto para ser bem-sucedido na aplicação.

Uma opção é contar com um agente especializado na Bolsa de Valores para agir como consultor nos seus investimentos, ajudando a encontrar as melhores oportunidades para o seu dinheiro.

“É possível perder tudo na Bolsa da noite para o dia”

Muita gente que ainda não investe na Bolsa de Valores tem o medo de perder todo o seu dinheiro do dia para a noite. Afinal, quem nunca viu um filme ou série em que isso acontece com um personagem?

No entanto, esse tipo de coisa não é comum na Bolsa de Valores. Hoje em dia, todas as corretoras do mercado contam com opções de stop loss. Essa ferramenta permite que você defina qual é o máximo de desvalorização que aceita em sua ação antes de vendê-la.

Ou seja: mesmo que as suas ações despenquem de repente, você pode se proteger com o stop loss e não correr o risco de perder todo o seu patrimônio de repente.

É importante perceber como todos esses mitos sobre a Bolsa nascem da percepção que as ações são investimentos disponíveis apenas para quem tem muito dinheiro e aceita riscos gigantescos.

No entanto, quando vemos a realidade, percebemos que as coisas não são assim. Dá para investir na Bolsa de Valores com segurança e começar com uma quantia pequena.

Para ter sucesso no mercado de ações, entretanto, é preciso sempre buscar por conhecimento e ficar por dentro das principais informações que afetam a Bolsa de Valores. Fica mais fácil investir na Bolsa de Valores com inteligência quando se tem conhecimento adequado para isso.

Agora que você já sabe a verdade sobre todos esses mitos, que tal aprender mais sobre investir na Bolsa de Valores? Para isso, me siga no Instagram e assine meu canal no YouTube para acompanhar todo o material gratuito que eu posto por lá!

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Investir em ações: quais são os primeiros passos essenciais?

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Investir em ações:
Quais são os primeiros passos essenciais?

Quando você ouve as palavras "investir em ações", surge um sentimento de insegurança? Calma, posso garantir que esse tipo de investimento não é tão difícil — nem tão perigoso quanto parece.

Embora tenha seus riscos, como as demais aplicações, é uma boa alternativa para ver seu dinheiro render. Com certeza, você já ouviu relatos de pessoas que conseguiram um bom lucro investindo em ações. Porém, para conseguir altos rendimentos, é necessário conhecer as ações corretas para criar sua carteira.

Por isso, neste artigo, vou apresentar os principais passos para começar seus investimentos e quebrar o mito de que investir em ações é uma aplicação complexa. Veja a seguir!

Qual é seu perfil de investidor?

Primeiramente, você precisa conhecer seu perfil de investidor para investir com segurança, evitando comprar ações incompatíveis com suas características e, assim, perder dinheiro. Por isso, as corretoras de valores pedem para que a pessoa responda a um questionário com objetivo de conhecer seu estilo e poder encaixá-la em um dos três perfis de investidor.

1. Perfil conservador

O investidor conservador é a pessoa que não gosta muito de correr riscos, preferindo fazer aplicações mais seguras, sem se importar tanto com a rentabilidade. Ela também opta por um resgate mais rápido, ou seja, poderá resgatar seus investimentos quando quiser.

Dessa forma, são indicados investimentos em renda fixa, por meio do Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA, debênture, entre outros, devido aos retornos serem mais previsíveis. Contudo, nada impede que se invista pequena parte do dinheiro em ações ou fundo de investimentos.

2. Perfil Moderador

O moderador busca um equilíbrio entre o conservador e o arrojado. Esse tipo de investidor se arrisca mais para obter maior rentabilidade, por isso controla sua carteira investindo em renda fixa e variável.

No entanto, prevalecem as aplicações mais seguras que são garantidas para seu lucro (renda fixa). Com um capital menor, o investidor costuma fazer aportes em fundos multimercados e ações. Dessa maneira, se houver alguma perda, ela será pequena e não trará prejuízos relevantes.

3. Perfil Arrojado

O investidor arrojado faz investimentos correndo riscos de ganhos e perdas, inclusive em ações de curto, médio e longo prazo, pois, ele considera que a rentabilidade está associada ao perigo (risco), principalmente quando as oportunidades de ganhos são maiores que os riscos.

Sendo assim, sua carteira de investimentos está sujeita à volatilidade do capital no período que durar seu investimento. Apesar de gostar do risco, tudo é feito com cálculo e planejamento dentro do bom senso para que o rendimento seja o maior possível, correndo o mínimo de risco possível.

Quais ações devo comprar?

As ações são frações de uma empresa divididas em grupos. Assim, quando você compra uma ação você se torna acionista de uma empresa, ou seja, dono de uma pequena parte de uma companhia. Existem 3 tipos de ações que você poderá comprar na Bolsa de Valores.

Veja quais ações você poderá investir:

  • Ações ordinárias (ON) — são ações que dão o direito a voto e participação nas decisões da empresa. Quanto mais ações ordinárias possuir, maior será o poder de voto em assembleia;
  • Ações preferenciais (PN) — com elas, você não participa das decisões do negócio, mas tem preferência para receber a distribuição de lucros da empresa;
  • Certificado de depósito de ações (Unit) — são um conjunto de ações ordinárias e preferenciais. É como se você comprasse um combo de diversos tipos ativos em um mesmo pacote;
Existem 3 tipos de empresas comuns na Bolsa de Valores:

  • Ações blue chips — são ações das empresas com alto volume de negócio dentro da Bolsa de Valores, como Petrobras, Ambev, Itaú, Vale etc.;
  • Mid caps — esses ativos têm nível intermediário de negociação na Bolsa; geralmente, são de organizações de médio porte;
  • Small caps — visa comercializar ações mais baratas de empresas menores considerando o capital financeiro delas.

Como comprar ou vender uma ação?

Agora, chegou a parte mais importante: saber negociar uma ação na Bolsa de Valores para rentabilizar seu dinheiro. Siga estes passos e comece a investir.

Realize um planejamento financeiro

Faça uma programação para saber aonde quer chegar, o que pretende conquistar, de que lugar tirará os recursos que pretende investir e qual seu rendimento mensal. Essas são questões a serem levantadas para conseguir cumprir suas metas.

Esse processo é importante porque permitirá a você se organizar para conseguir realizar seu sonho e evitar que corra riscos desnecessários. Pode ser chato no começo, mas o esforço trará resultados.

Abra uma conta em corretora de investimentos

Para começar a fazer sua aplicação, é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores, pois ela faz a ponte entre investidores e investimentos. Isso pode ser feito online. Porém, busque uma instituição conceituada que ofereça bom custo-benefício.

Por meio de uma plataforma simples proporcionada pela corretora, chamada home broker, em questão de poucos cliques você estará investindo em ações. Mas lembre-se de fazer boas escolhas para que seus resultados sejam satisfatórios.

Conheça seu perfil de investidor

Com a conta aberta, é possível ter acesso a diversos investimentos, mas, atenção, pois nem todos são direcionados para seu perfil. Logo, entenda suas preferências e expectativas sobre eles para saber em qual está inserido.

Responda a um questionário online para que sejam definidas suas características como investidor. Isso é fundamental para fazer os investimentos adequados e se sentir seguro em relação às aplicações.

Escolha as ações certas para investir

Aprenda a selecionar as melhores ações do momento. É indicado ter um conhecimento básico para realizar as operações, porque assim você saberá identificar a hora certa de comprar ou vender os ativos para ter bons resultados.

Pelo home broker, comece com uma pequena quantia, mesmo tendo mais dinheiro em outras aplicações. Escolha ativos conforme o recurso disponível dentro do seu perfil e planejamento.

Diante dessas informações, agora, já é possível investir em ações. Inclusive, uma boa alternativa tem sido a renda variável com rendimentos atrativos e até mesmo surpreendentes, visto que as empresas estão se recuperando da crise proporcionando valorização de suas ações.

Quer saber mais sobre o mercado financeiro? Me acompanhe nas redes sociais.

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